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AL projeta que RGA de 2022 chegará até 13% para servidores do Estado

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Mesmo dizendo que a discussão sobre o pagamento do Reajuste Geral Anual ainda não tenha começado de forma oficial na Casa das Leis, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (União) antecipou que a proposta inicial do Governo é repor integralmente inflação dos índices de 2022. Em conversa com jornalistas nesta quarta-feira (22), Botelho afirmou que caso haja espaço na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), ele irá defender uma recomposição acima dos 12% ou 13% a serem pagos pelo Estado somente em 2023.

“Essa discussão sobre a RGA ainda não começou, mas eu acredito que vai sim ter uma propositura. À princípio, o Gooverno quer repor 100% da inflação dos índices desse ano. Se der 12% vai pagar, se der 13% va pagar. Agora nós vamos fazer uma análise e discutir até o segundo semestre para vermos se há espaço a gente faça uma recomposição a mais”, explicou o parlamentar.

No entanto, ele ponderou que mesmo, Mato Grosso apresentando um superávit, os parlamentares irão avaliar o impacto do Imposto Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em 2023. “Nós temos essa questão agora dos ICMS do combustível que a gente não sabe qual vai ser o impacto deles [na economia] e vamos aguardar, ver o que vai ser isso para gente discutir. Mas pelo menos a inflação está garantida. E se nós tivermos espaço eu defendo que haja a inclusão do percentual das percas que tiveram nos anos anteriores”, ponderou citando o ano de 2018 que ainda não foi pago.

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Questionado sobre a manifestações dos servidores estaduais, em frente ao Palácio Paiaguás nesta manhã, o presidente disse que eles estão certos e que isso é normal. “O servidor tem que reivindicar. Faz parte dessa luta sindical e faz parte do processo político. Então eu não vejo nada demais. Não vejo nada anormal. Para mim é tudo normal. Essa discussão e essa manifestação também são normais”, avaliou.

Fonte: Folha Max

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