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Bolsonaro desmente equipe econômica e descarta congelar aposentadoria e cortar benefícios sociais

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Ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente Jair Bolsonaro.| Foto: Sérgio Lima/AFP

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vetou a ideia da equipe econômica de congelar aposentadorias e pensões por dois anos e de restringir o Benefício de Prestação Continuada (BPC) para viabilizar o programa social Renda Brasil. O BPC é pago para idosos e pessoas com deficiência pobres.

Bolsonaro disse que foi surpreendido pelas ideias e classificou as medidas como “devaneio de alguém que está desconectado com a realidade”. Ele disse que quem, por ventura, vier a propor ações como essa, ele só pode dar um cartão vermelho. “É gente que não tem um mínimo de consideração”, disse o presidente em vídeo postado em suas redes sociais na manhã desta terça-feira (15).

“Congelar aposentadorias, cortar auxílio para idosos e pobres com deficiência, um devaneio de alguém que está desconectado com a realidade. Como já disse jamais tiraria dinheiro dos pobres para dar aos paupérrimos”, escreveu.

As ideias partiram da equipe econômica. Elas foram divulgadas pelo secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Júnior, em entrevistas a veículos de imprensa. O ministro Paulo Guedes (Economia) desmarcou uma palestra que faria virtualmente nesta terça pela manhã, pois foi chamado pro Bolsonaro ao Palácio do Planalto.

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