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Bolsonaro pede a Deus reeleição em 2022 e volta a associar Argentina à Venezuela

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Presidente Jair Bolsonaro na Cerimônia de entrega de espadim aos cadetes da turma “Centenário da Missão Militar Francesa no Brasil”.| Foto: Marcos Correa

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar, na manhã deste sábado (17), o governo de Alberto Fernandez na Argentina. Ao alegar que o Brasil estava perdendo a liberdade por volta de 2014, Bolsonaro também citou a Venezuela para contrapor o seu mandato e se posicionar politicamente na região. “Hoje assistimos um país mais ao norte [Venezuela] onde as Forças Armadas resolveram enveredar por outro caminho. A liberdade, aquele povo, nosso irmão, perdeu”, disse. “Mais ao Sul, outro país [Argentina] parece querer enveredar pelo mesmo caminho. Peço a Deus que eu esteja errado, peço a Deus que salve nossos irmãos mais ao Sul.” Bolsonaro esteve na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), em Resende (RJ), para participar da cerimônia de entrega de espadins aos cadetes da Turma Centenário da Missão Militar Francesa no Brasil. O presidente serviu no local na década de 1970. Além de abordar a política dos países vizinhos, o presidente comentou que espera estar de novo com os cadetes em 2023, quando a mesma turma se formará na Aman (quando o primeiro mandato de Bolsonaro já terá findado). Ele pediu a Deus para poder ser presidente de novo e comparecer à formatura. Fechada, a solenidade foi transmitida pela TV Brasil.

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