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TCE-MT – Coaf detecta saques milionários em espécie por empresas de Software para pagar propinas aos Conselheiros

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O desmonte do Estado

Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) detectou por meio de suas investigações que uma das empresas de informática acusadas pelo Ex-Governador Silval Barbosa de pagar a propinas aos Conselheiros do TCE-MT, “Gendoc” movimentou mais de R$ 40.000.000,00(quarenta milhões de reais) entre março e agosto de 2013, (apenas 5 meses).

De acordo coma  inteligência do Laboratório CAEX do COAF esses valores são considerados incompatíveis com a capacidade econômico-financeira das mesmas, pois eram empresas sem lastro ou tamanho suficiente para suportar tantos recebimento de valores astronômicos que então teria sido usadas apenas para receber dinheiro publico para pagamento de posterior propina.

Além disto foi também foi detectado que enorme parte desses valores foram usado de forma abusadamente estranha da normalidade, haja vista que a empresa fazia reservas de dinheiro no Banco e fazia os saques milionários ocultando o destino desses valores que eram transformados em dinheiro, justamente modo operandis da maleta.

No mesmo interim o COAF detectou que foram identificadas movimentações financeiras e patrimoniais relacionadas aos Conselheiros investigado.(Antônio Joaquim José Carlos Novelli, Valter Albano, Valdir. Teis).

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Quanto a Novelli COAF citou em seu relatório existir indícios de simulação patrimonial na verdade uma dissimulação patrimonial.

Os saques em espécie feitos pelas empresa Gendoc, aliados as dissimulações de patrimônio, e demais documentos corroboraram que a delação de Silval Barbosa de que as propinas aos Conselheiros teriam sidos pagas em dinheiro mediante devolução das famosas notas promissórias através das empresas de informática.

Os Conselheiros negam que tenham recebido propinas e a empresa não diz para onde foi o dinheiro que era sacado na boca do caixa no Banco.

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