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Micropigmentação eleva autoestima de mulheres vítimas de câncer ou cicatrizes no corpo

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Especialista em micropigmentação, Nanda Gama, CEO da Gamma Beauty, comemora poder ajudar diversas pacientes com as técnicas e pigmentos: ‘São mulheres guerreiras. Para nós é recompensador.’

Quando falamos em micropigmentação, muitas pessoas associam diretamente à estética, mas é preciso lembrar que algumas técnicas vão além disso e são capazes de mudar a forma como a pessoa se vê e a ajudar na recuperação do sentimento consigo mesma. Como é o caso, por exemplo, das correções e camuflagens de cicatrizes, além das reconstruções de aréolas.

Referência nacional no assunto, Nanda Gama, CEO da Gamma Beauty, aproveita o Mês da Mulher e fala do assunto, incentivando mulheres que buscam recuperar a autoestima a encontrarem respostas na Micropigmentação.

“É recompensador ter o poder de devolver a autoestima de nossas guerreiras clientes, mulheres fortes e prontas para encarar a vida”, diz ela, que explica a seguir alguns dos procedimentos.

Estrias e cicatrizes:
“Falaremos primeiro dos casos de estrias, que podem estar relacionadas com o crescimento acelerado ou ganho de peso, bem como cicatrizes pós cirúrgicas ou acidentais. Independentemente do caso, optamos sempre em realizar o tratamento primeiro e somente depois faremos a inserção de pigmento para igualar a tonalidade da pele”, conta Nanda, que exemplifica na imagem a seguir:

“Na primeira imagem, observamos uma melhora significativa nas estrias, e neste caso foi feito apenas o tratamento com colágeno, que consiste em aplicar superficialmente com movimentos circulares e agulha fina. Este tratamento consiste em fazer com que o organismo trabalhe na “ferida” causada pela agulha, enviando células regeneradoras para a região. A combinação desta ação com o produto (colágeno) inserido, auxilia e acelera a reestruturação da pele, aumentando a circulação sanguínea e amenizando a aparência das estrias”, diz a especialista.

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Ela fala sobre a segunda imagem: “Observamos uma má cicatrização após um procedimento cirúrgico. É muito comum mulheres nos procurarem, já desesperançosas em solucionar a situação, mas com calma e cautela podemos obter resultados extremamente satisfatórios.”

Nanda continua: “Diferentemente das estrias, as cicatrizes costumas ser hiperpigmentadas, ou seja, mais escuras do que a cor natural da pele. Sendo assim, precisamos antes de mais nada, tratar a região, em seguida neutralizar a coloração escura, utilizando pigmento verde ou laranja com muito cuidado e superficialmente, e só depois disto poderemos inserir o tom da pele do paciente.”

Cada sessão precisa de um intervalo de 45 a 60 dias, o que pode estender o tratamento por até 6 meses.

Micropigmentação após mastopexia:

Um dos casos mais frequentes, porém pouco discutidos, é a utilização do recurso da micropigmentação após mastopexia decorrente do câncer de mama. Através da reconstrução das aréola é possível devolver a autoestima de mulheres.

Nanda explica o processo: “Normalmente são necessárias duas sessões para atingir o resultado esperado, lembrando que cada caso deve ser cuidadosamente avaliado. Algumas mulheres retiram a mama por completo, outras apenas áreas especificas, há também aquelas que retiram apenas uma das mamas, e a missão está em reproduzir e simular o tamanho e tonalidade da aréola natural. É importante lembrar, que o micropigmentador somente poderá realizar o procedimento com a autorização médica da paciente, pois existe um período de recuperação que deve ser respeitado após a cirurgia.”

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A especialista também explica mostrando imagens:

“Na primeira foto observamos uma pigmentação partindo do zero, onde foi apenas simulado o mamilo com tecido da cartilagem da orelha da paciente durante a cirurgia de reconstrução da mama, em seguida fizemos a micropigmentação da área para replicar a tonalidade natural, além da sensação 3D. Na segunda imagem, notamos uma maior reprodução da aréola e do mamilo, simulando tanto o relevo quanto a coloração natural, e nossa equipe buscou intensificar a cor e o aspecto natural, disfarçando as falhas e cicatrizes”, ressalta Nanda Gamma.

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Por Fofuxa
Assessoria: Conteúdo Comunicação

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