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Coronavirus, ao contrário da fome e desemprego, é democrático, diz poeta João Bosquo

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João Bosquo, poeta de Cuiabá

O poeta de Cuiabá, João Bosquo, que também é jornalista divulgou poema dedicado à pandemia do coronavírus. De acordo com o poeta, o coronavirus é democrático na sua arte de matar. Leia o poema:

O coronavírus é democrático

Poema de João Bosquo

O coronavírus Covid-19 vai matar muita gente
muita gente irá morrer por conta do Covid-19
É da lei, de tempos em tempos
uma nova doença aparece
Depois de muita gente morta
a ciência descobre a cura,
a prevenção,
a vacina,
enfim, o remédio exato
O Covid-19 na sua sina
matará primeiro os pobres,
os sem remédio algum,
depois os remediados
e no meio, entre um e outro,
um ricaço, tipo o dono da Ambev
que, embora com boa saúde,
é velho e o coronavírus gosta de velhos…

O coronavírus, diferente das outras doenças
do mundo moderno, como o desemprego,
falta de teto, de um prato de comida,
do almoço e da janta,
da falta de saneamento,
é assaz democrático.
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