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Coronavírus: Após 15 dias temos que pôr fim as medidas de isolamento, diz Trump

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Presidente dos Estados Unidos, Donal Trump, em entrevista coletiva na Casa Branca — Foto: AP Photo/Alex Brandon

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nessa quarta-feira (24) que não deve se precipitar para pôr fim às medidas de isolamento por conta do coronavírus no país. As restrições atingem quase a metade do país.

“Não vou fazer nada precipitado ou apressado”, disse Trump. “Eu não faço isso.”

Ele sinalizou que o governo dos EUA deve repensar sua estratégia após o fim dos 15 dias de isolamento. Em uma entrevista coletiva na Casa Branca, ele reforçou que ainda com o retorno às atividades ainda manteria o distanciamento social.

“Quero recuperar nosso país”, disse o presidente dos EUA. “Ninguém vai sair por aí nos escritórios se beijando ou abraçando, mesmo que sintam vontade.”

Na terça-feira (23), o mandatário norte-americano afirmou que algumas regiões do país estariam fora do isolamento até a Páscoa, em 12 de abril.

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Covid-19: Papa Francisco pede para fiéis não lucrarem com pandemia

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Reprodução/ Twitter

Papa Francisco durante missa transmitida na internet

Durante a missa na Casa Santa Marta, que foi transmitida online neste sábado (4), o papa Francisco pediu para que ninguém se aproveite deste momento de dor provocado pela pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2) para obter lucro.

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“Rezemos hoje para que o Senhor dê a todos uma consciência reta e transparente, que possa mostrar-se a Deus sem envergonhar-se”, disse o Papa Francisco.

O Pontífice explicou que durante momentos “de desconforto, de dificuldades, de dor”, principalmente como o originado pela pandemia da Covid-19 , “muitas vezes as pessoas veem a possibilidade de fazer muitas coisas boas. Mas também não deixa de vir a alguém a ideia não muito boa de aproveitar a situação para si e obter lucro”.

Durante a homilia, o líder religioso usou o Evangelho de São João que relata a decisão de Sinédrio de matar Jesus após o sinal de ressurreição de Lázaro para explicar que “já há muito que os doutores da Lei, também os sumos-sacerdotes, estavam inquietos porque ocorriam coisas estanhas na região”.

“Foi um processo que começou com pequenas inquietações no tempo de João Batista e depois acabou nesta reunião dos doutores da Lei e dos sacerdotes. Um processo que crescia, um processo que era mais seguro da decisão que deviam tomar, mas ninguém a tinha dito assim de forma clara: ‘Este deve ser eliminado'”, acrescentou.

Jorge Bergoglio disse que “o modo de fazer dos doutores da Lei é uma figura”, como a tentação age e “por trás dela evidentemente estava o diabo que queria destruir Jesus”.

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“A tentação geralmente age deste modo em nós, começa com pouca coisa, com um desejo, uma ideia, cresce, contagia e no final se justifica. Esses são os três passos da tentação”, afirmou o Papa Francisco, ressaltando que todos quando “vencidos pela tentação” ficam “tranquilos”, porque encontram “uma justificação para este pecado, para esta vida não segundo a Lei de Deus”.

Fonte: IG Mundo

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