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CORONAVÍRUS: Astrologia aponta que em breve teremos momentos críticos , veja o artigo na íntegra

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Por Rumy  Miyazono
O que o céu do momento nos diz e recomenda sobre tudo isso

Vivemos tempos sombrios. Já falamos sobre o céu de 2020 ! Sabíamos que seria um momento difícil, desafiador, crítico e que de alguma maneira eventos coletivos teriam impacto na vida de cada um de nós.

Marte tem seus significados próprios em Astrologia Mundial mas é também considerado o grande disparador. Costuma potencializar as coisas e só o fato de encontrar Júpiter, Saturno ou Plutão já traria acontecimentos significativos.

Neste momento, encontra os 3 praticamente ao mesmo tempo. Não é à toa que estamos vivendo tempos tão difíceis.

Os encontros exatos acontecem: Marte e Júpiter em 20/03, Marte e Plutão em 24/03, Marte e Saturno em 30 de março. Logo em seguida, dia 04/04, Júpiter e Plutão têm seu encontro exato.

O PERÍODO MAIS CRÍTICO PODE SER TAMBÉM O MAIS DECISIVO

O período entre 19 e 24 de março, quando Marte faz conjunção com Plutão, pode ser muito problemático e provavelmente testemunharemos um pico na propagação da doença, ou algum evento marcante.

Este período tende a ser o mais crítico de todos. E também o mais decisivo. A depender de como vamos lidar com tudo nesse período, podemos ter uma melhora – lenta, bem lenta – a partir de maio.

Mas também podemos piorar as coisas de um jeito tal, que levará muito tempo para que possamos de fato reverter as coisas.

Nas primeiras horas do dia 22 de março, Saturno sairá de Capricórnio e ingressará em Aquário, o que provavelmente será acompanhado do aumento das áreas de quarentena , da restrição das viagens, etc.

Lembrando que Saturno entrará em Aquário mas voltará para o signo de Capricórnio no dia 2 de julho.  Ele chega para nos ensinar o sentido de coletividade, de irmandade, de humanidade,.

Devemos estar atentos aos sinais que Saturno nos envia, pois, desta vez, ele fica por três meses. Responsabilidade e comprometimento são as palavras de Saturno, que entra em Aquário, o signo da Nova Era e nos mostra que cabe a cada um de nós, aprendermos definitivamente a nos responsabilizarmos pela nossa vida, pela vida de todos e de todo planeta.

Mas, a partir de 19 de Dezembro deste ano, Saturno entra em Aquário e lá permanecerá não por três meses, mas por três anos. Portanto, é preciso aprender a lição desta vez, caso contrário ela será ainda mais difícil na próxima vez que formos obrigados a “apanhar”. Aprender é preciso, conscientizar-se é necessário.

No dia 30/03: Marte fica junto a Saturno, onde há a consumação do processo que vem vindo! Zona de fogo de toda ativação.

Mas há indicações positivas. Como Marte e Saturno já não estarão em  Capricórnio a partir de 1º de abril, podemos esperar que a tensão comece a se dissipar. Não custa torcer para o fim da propagação do vírus e para o começo do fim da pandemia.

E não podemos esquecer que Júpiter não é chamado de “O Grande Benéfico” por acaso. O envolvimento deste planeta que marca a pandemia de Coronavírus nos permite pensar que, de alguma forma, as coisas vão resolver.

Já no dia 4 de abril, Júpiter estará em conjunção exata com Plutão.

É muito difícil prever com exatidão, mas é possível e provável que aconteça algo muito importante relacionado ao vírus e à pandemia a partir desta data, talvez até 1º de maio.

Vale lembrar que ainda teremos muitos aspectos críticos até o fim de 2020 e em 2021 e que fazer essa pausa nesse momento e repensar tudo, agindo de acordo com o necessário, é realmente decisivo para que as coisas não piorem.

Funciona mais ou menos assim: podemos piorar ou pelo menos não deixar que as coisas cheguem num limite irreversível.

E O QUE PODEMOS FAZER AGORA?

Temos que lembrar que a principal tônica é capricorniana e devemos agir de forma saturnina. Um dia de cada vez. Com calma, paciência, respeito aos tempos e limites . É hora de desacelerar. E repensar tudo.

Ainda temos Urano em Touro, que vem nos pedindo para rever com urgência os valores, as formas de produção e consumo, pra gente se mexer.

É bom lembrar que sempre existem os que prosperam em tempos de crise. Não precisamos parar a vida. Apenas mudá-las. Rever hábitos, repensar tudo.

Agora é hora de ter em casa o que é essencial (mas lembre-se de não estocar comida pra vida inteira: nem todos têm como fazer isso e é importante pensar nos outros em um momento como esse).

É hora de repensar a economia e pensar , quem sabe, criar, novas economias. Negócios online podem viver uma maré boa, na linha do que Urano em Touro vinha anunciando. Aspecto esse, aliás, que também falava muito sobre economia colaborativa – acho que esse é um bom momento para estarmos de fato em rede e podermos nos ajudar.

Lembrem-se dos outros, cuidem do mundo.

Cuidemos também dos idosos: estamos perdendo muitos deles, tal qual esse grande aspecto em Capricórnio infelizmente poderia prever. O mesmo com relação à todos que são mais carentes e vulneráveis.

A partir de 19 de Dezembro deste ano, Saturno entra definitivamente em  Aquário e lá permanecerá não por três meses, mas por três anos.

Responsabilidade e comprometimento são as palavras de Saturno, que entra em Aquário, o signo da Nova Era e nos mostra que cabe a cada um de nós, aprendermos definitivamente a nos responsabilizarmos pela nossa vida, pela vida de todos e de todo planeta.

Que seja só uma fase. Tudo é ciclo. Tudo passa. A diferença está em como vamos atravessar, e superar…e como estaremos ao chegar lá do outro lado. Vamos nos fortalecer, vamos juntos, vamos fortes, vamos em frente, com calma, com o tempo, um dia de cada vez.

 

Rumi Miyazono é Astrologa há mais de 20 anos, formada pela Escola Santista de Astrologia e Farmacêutica Bioquímica formado na USP especializada em homeopatia.

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O agronegócio não pode parar

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A fome ainda é uma realidade no mundo todo, e apesar de sermos cerca de 7,3 bilhões de pessoas que habitam a Terra, segundo estudos da FAO – Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura morrem aproximadamente 21.000 pessoas diariamente por fome ou problemas derivados dela, e aproximadamente 01 em cada 09 pessoas vivem a realidade da fome, ou seja, cerca de 821 milhões de pessoas que passam fome no mundo todo.

E desde sempre, a fome atinge principalmente as populações mais pobres e carentes, já que está relacionada às desigualdades econômicas e sociais nas mais diferentes escalas, e deste grupo de pessoas as crianças, ainda são as mais vulneráveis e mais sujeitas a desnutrição, bem como ao óbito.

Segundo estudos da FAO – Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, um terço de toda a comida produzida anualmente (em torno de 1,3 bilhões de toneladas) não é consumida, e é jogada fora, contudo, apenas 25% desse alimento não consumido seria suficiente para alimentar a população que ainda passa fome.

Vale ressaltar, que a fome está presente em toda a história da humanidade, e ondas de mortes causadas pela falta de alimentos não eram algo incomum até pouco tempo atrás, mas, os dados atuais são bastantes assustadores, e certamente em 2020 poderá agravar muito mais a fome no mundo, em virtude da pandemia do coronavírus COVID/19, uma vez que a maioria dos países estão aderindo à paralisação geral, inclusive reduzindo as atividades na agricultura a fim de evitar proliferação maior do vírus.

No Brasil o agronegócio é protegido pela Constituição Federal, e assim, as atividades do agronegócio não podem e nem devem parar, haja vista que tratam de interesse de todos para que possamos nos alimentarmos.

Neste patamar, o governo Federal publicou em 07/02/2020 a Lei 13.979/2020 que apresentam medidas necessárias e pertinentes para o poder público dar enfrentamento do coronavírus COVID/19, a fim de evitar alastramento desta enfermidade, inclusive algumas atitudes bastantes extremas, ora o isolamento e paralisação de vários setores.

Contudo, o Governo Federal ratificou a constitucionalidade da proteção do agronegócio publicando o Decreto Federal sob n.º 10.282/2020 considerando essencial as atividades agropecuárias, e por consequência proibindo de serem paralisadas ou restritas as atividades, por serem consideradas essenciais à vida.

Desta forma, todas as atividades relacionadas ao agronegócio não podem ser paralisadas pelo poder público, tais como produção insumos, e sua respectiva venda e distribuição, e demais produtos agropecuários, bem como o fornecimento de todos os produtos utilizados na cadeia produtiva, por serem consideradas atividades essenciais.

Devemos assim, sensibilizar todos os entes públicos e privados sobre a importância e dever de proteção de todos assuntos interligados com a agropecuária para o Brasil e o mundo.

Pois, o agronegócio não pode e não deve parar, muito menos ser restringida de todas suas atividades interligadas na cadeia produtiva, para não agravar ainda mais o caos da fome no mundo.

Referência

Se estima que, en 2017, el número de personas subalimentadas ha alcanzado los 821 millones: alrededor de una persona de cada nueve en todo el mundo. La subalimentación y la inseguridad alimentaria grave parecen estar aumentando en casi todas las subregiones de África, así como en América del Sur, mientras que la situación de la subalimentación se mantiene estable en la mayoría de las regiones de Asia. http://www.fao.org/3/I9553ES/i9553es.pdf

FLAVIANE RAMALHO – advogada

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