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Deputada admite conflitos no MDB; “só 5% querem abandonar Governo”

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A deputada estadual Janaina Riva (MDB) afirmou nesta quinta-feira (4), durante a convenção estadual realizada pelo MDB, que a estratégia do partido de liberar os filiados a apoiarem quem quiserem na eleição para o Senado seria uma forma de sanear os conflitos internos que foram criados dentro da sigla, e focar nas eleições proporcionais, que são a prioridade da legenda na eleição de outubro.

O ponto pacificado até o momento, segundo a parlamentar, é o apoio a candidatura à reeleição do governador Mauro Mendes (UB). Janaina Riva disse que este posicionamento é quase unânime dentro do MDB e que apenas o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, e seu filho, o deputado federal Emanuelzinho, discordem deste ponto de vista, e que o foco agora deve ser resolver a questão do Senado. O deputado federal Neri Geller (PP) e o senador e candidato à reeleição, Wellington Fagundes (PL), disputam a preferência dos emedebistas.

“Queremos a liberação para o Senado. Acredito que o MDB vai encaminhar dessa forma. Eu vou apoiar o senador Wellington, o prefeito Leonardo Bortolin, de Primavera do Leste, também. Acredito que 80% dos prefeitos do partido vão apoia-lo. Em relação ao Governo, acho que hoje aqui não tem muita discussão. A discussão é sobre a coligação com o governador. Se tiver algum voto contrário, acredito que seja menos de 5% do partido. Mas esse momento é democrático e muito importante, onde todo mundo tem direito de se posicionar”, afirmou.

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Janaina Riva disse ainda que outro ponto que é ponto pacífico para a maioria é de que o partido não deve caminhar com a oposição, ou seja, uma aliança com a Federação é algo praticamente descartado. A parlamentar acrescentou que como o foco é as disputas para deputados estaduais e federais, o encaminhamento deve ser mesmo a liberação ao Senado e à Presidência, apoiando Mauro Mendes ao Governo.

“Hoje, para o MDB, o mais importante são as chapas de deputados estaduais e deputados federais. Nós não temos nem suplentes para indicar nome de vice, nada disso. Então a nossa prioridade são as proporcionais. É claro que essa divisão é natural, uma vez que não houve uma decisão, por parte do governador até agora, com relação à senatoria. Em relação a Presidência da República, o partido optou por liberar todos”, completou.

Fonte: Folha Max

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