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Deputado minimiza ‘pressentimento’ de Bolsonaro

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O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) tentou minimizar os efeitos de entendimento em torno do áudio em que o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, dá indícios de que estaria em alerta sobre possíveis buscas em sua casa após diálogo com o presidente Jair Bolsonaro (PL).

Milton Ribeiro foi preso na quarta-feira (22) por liberação de verbas da Educação a pastores aliados. Na quinta-feira (23), um áudio em que o ex-ministro conversa com a filha vazou. Na gravação, o ex-chefe do MEC aponta que Bolsonaro disse a ele ter tido o pressentimento de que a polícia faria buscas em sua casa.

Questionado sobre o episódio durante um evento no Palácio Paiaguás, na segunda-feira (27), Cattani minimizou os efeitos de toda a situação, apontando que o caso não traria nenhum revés ao bolsonarismo em Mato Grosso. “Quem pediu a investigação lá atrás, quando apareceu esse ‘escândalo’ foi justamente ele. Ele quer que investigue e nós também queremos”, defendeu o deputado ao falar sobre a conduta de Milton Ribeiro.

Ao ser questionado sobre o áudio em específico, Cattani inicialmente tentou negar que o presidente Bolsonaro tivesse sido citado, esquecendo o “pressentimento” do presidente citado pelo ex-ministro. “Ele não fala em momento nenhum que foi Jair Bolsonaro, também não falou que sabia. Ele falou ‘olha, parece que tem rumores de fazer busca e apreensão aqui em casa’. Ainda fala com a filha dele ‘meu Deus, por quê? Nós não devemos nada'”, defendeu.

Contudo, ao ser novamente confrontado sobre a ligação do presidente ao ex-ministro, o deputado afirmou que houve, sim, interação de Bolsonaro. “Ele não falou o presidente. Ele fala que o presidente ligou para ele e que ele sabia que… que desconfiava que teria uma operação da polícia”, admitiu.

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Fonte: Folha Max

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