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Emanuel se empolga com candidatura ao Governo: “2022 é que está de olho em mim”

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), voltou a sinalizar que poderá entrar na disputa pelo Govenro do Estado nas eleições do próximo ano, o que segundo ele, seria consequência de sua gestão na Capital.

“Eu até costumo falar que não estou de olho em 2022″, comentou Pinheiro emendando em seguida: “2022 é que está de olho em mim, graças a essa gestão de resultados que estamos fazendo em Cuiabá”, disse o emedebebista em entrevista ao programa Opinião transmitido pela TV Pantanal.

Em seu segundo mandato como prefeito da Capital, conquistado no sufoco durante o segundo turno em novembro do ano passado, Pinheiro acredita além dos cuiabanos, a população mato-grossense também está aprovando suas ações. “Uma gestão que o Estado inteiro está acompanhando e que segundo o IBOPE deram 86% de avaliação positiva. Então, isso está contagiando o estado inteiro”, colocou.

Para as eleições gerais do próximo ano, Emanuel destaca que vem articulando um projeto alternativo com lideranças de outros partidos, que estão insatisfeitas com o modelo de governo de Mauro Mendes (DEM), candidato natural à reeleição.

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“Estou buscando unificar as forças políticas que estão constrangidas com esse modelo de gestão aplicada em Mato Grosso hoje. Um modelo que governa para poucos e não dialoga com a  sociedade, que persegue os servidores público e debocha da cara dos produtores. Virou o governo da taxação, ninguém aguenta mais a taxa tributária, um governo que se gaba em dizer que é um estado no azul, mas com o povo no vermelho”, explicou.

Emanuel sabe que para cogitar renunciar ao mandato de prefeito que se estende até dezembro de 2024 e tentar alçar voo para o Palácio Paiguás, precisa se juntar a outros políticos com influência em diferentes regiões do Estado e montar uma chapa forte com partidos capazes de agregar. Caso contrário, pode vivenciar a situação experimentada por Wilson Santos em 2010, quando renunciou à Prefeitura da Capital para disputar o Governo, mas derrotado por Silval Barbosa e ficou a “ver navios”.

“Então, isso não é justo e tem muitas forças que discordam disso, mas estão dispersas. Estou procurando agora reunificar essas forças. Essas forças são Emanuel Pinheiro, Nilson Leitão, Ari Lafin prefeito de Sorriso, Zé Carlos do Pátio prefeito de Rondonópolis, Rosana ex-prefeita de Sinop, Francis ex-prefeito de Cáceres, Rossato ex-prefeito de Sorriso e mais uma gama enorme de lideranças políticas”, acrescentou Pinheiro.

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