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EP quer sensibilizar “coração de gelo” de MM para abrir comércio e escolas

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), voltou a desabafar sobre suas divergências políticas e pessoais com o governador Mauro Mendes (DEM) nesta terça-feira (06). Em uma entrevista ao programa Jornal da Manhã, da Rádio Jovem Pan (93,3), Emanuel pede que a imprensa pare de ‘formentar’ uma briga entre os gestores.

Segundo ele, apesar das divergências, nenhum deles prejudicará a capital do Estado. “Não há a necessidade de um encontro. É um encontro que não agrada a mim nem a ele. A cidade jamais seria prejudicada. Se eu imaginasse que Cuiabá pudesse ser prejudicada, eu tomaria o medicamento que fosse e iria pra esse encontro”, afirmou o prefeito.

Emanuel pontua que discordâncias são comuns dentro de qualquer ambiente e quando ele dá uma opinião é interpretado como alguém que está ‘procurando’ por briga. Segundo ele, a imprensa alimenta a briga entre os dois e, se continuar assim, vai parar de opinar publicamente.

A divergência entre os governantes se intensificou durante a “segunda onda” da pandemia no Estado, quando Mauro Mendes determinou medidas mais restritivas no combate à pandemia. Impossibilitado pelo Poder Judiciário de ignorar o decreto estadual, o prefeito reafirmou de laguns pontos do decretop estadual que impõe restrições prncipalmente ao comércio.

Uma das divergências é o toque de recolher entre às 21h as 5h. Emanuel comenta que a medida é um “capricho” do governo estadual que está prejudicando os comerciantes noturnos que trabalham com reponsabilidade.

Em seu decreto, o prefeito havia proposto a proibição de circulação de pessoas entre as 23h e 5h. “Toque de recolher às 21h é um capricho pessoal de quem está perdido no enfrentamento à pandemia” pontua.

Além do toque de recolher, Pinheiro também comenta sobre o fechamento do comércio considerado não essencial, incluindo as escolas privadas. As aulas no ensivo privado estavam em modo hibrído no mês de março, funcionando apenas com 50% da capacidade total e, segundo o gestor, ‘funcionando muito bem’.

Porém, com o decreto estadual, as aulas presenciais foram suspensas e ocorrem apenas de maneira virtual. Segundo o prefeito, em muitas ações, falta sensibilidade por parte do chege do Palácio Paiaguás. “O endereço para solucionar esse problema é sensibilizar quem tem coração de gelo. É complicado pra quem não tem sangue nas veias”, completou o prefeito.

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