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Estudante de Medicina da UFMT é acusado de dopar e estuprar jovem em Cuiabá

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Um estudante de medicina da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) está sendo acusado de dopar e estuprar uma jovem em Cuiabá. A Polícia Civil foi comunicada sobre o crime na manhã desta quarta-feira (05).

A vítima conhecia o suspeito, que teria se aproveitado de um momento de vulnerabilidade para cometer o ato.

Em sua conta no Twitter, a vítima revelou que teve uma briga em casa e que ficou abalada com a situação. Na sequência, ela teria saído e parado em um lugar para carregar o celular.

Nesse momento, ela recebeu mensagens do suspeito que se mostrou preocupado com a situação. “Disse que queria me ver e nisso mandei a localização de onde eu estava e ele foi até mim”, diz trecho da publicação.

De acordo com a jovem, assim que o agressor chegou, ela estava chorando e nervosa. Foi quando ela entrou no carro dele. “Ele me deu um remédio e disse que era para eu me acalmar. Eu disse que iria tomar quando estivesse na casa da minha amiga e ele insistiu, disse que demorava para fazer efeito e eu tomei, fiquei meio grogue (e não demorou para fazer efeito igual ele disse”.

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Ela ainda conta que já se sentia dopada, quando percebeu que o agressor colocou sua mão no pênis dele enquanto dirigia. “Percebi que mudou a rota e no final me levou para um motel. Meu celular já tinha descarregado”.

No dia seguinte, quando acordou, ela foi tomar banho e encontrou uma camisinha e maconha dentro da vagina. “Tiveram outros detalhes que eu prefiro não falar e resumindo, foi isso. Fui violentada quando estava psicologicamente e fisicamente vulnerável”.

Na tarde desta quarta-feira, a UFMT, junto com a Faculdade de Medicina (FM), se posicionou sobre o caso dizendo que repudiam a violência sexual sofrida pela jovem.

A instituição ainda disse que o suspeito poderá ser passível de expulsão. Além disso, enfatizou que acompanha o caso junto com a Faculdade de Medicina, que está ciente do crime.

Veja a nota

ESTUPRO é CRIME e a culpa NUNCA é da vítima!

A diretoria da União Estadual dos Estudantes, vem, por meio desta nota, repudiar o ato de violência sexual sofrida pela estudante Angélica em Cuiabá, sob o contexto e decorrente das relações estudantis na Universidade Federal do Estado de Mato Grosso.

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De antemão, repudiamos qualquer ato que reverbere o machismo estrutural na sociedade em que vivemos, dentre outras práticas MISÓGINAS, que resultam em violação, degradação e morte de nossas mulheres, e prestamos toda nossa solidariedade e acolhimento à Angélica.

A mesma acusa um estudante de medicina da UFMT pela violência sofrida.
Informamos que entramos em contato com a UFMT e a Faculdade de Medicina, ambos já se posicionaram sobre o caso.
Destacamos que aguardamos pelo cumprimento do papel da justiça e das investigações para elucidação dos fatos.

A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e a Faculdade de Medicina (FM) informam que acompanham o caso e aguardam as investigações dos órgãos de segurança, em respeito à legislação vigente no país.

A Instituição assevera que o comportamento citado na denúncia é inaceitável e incompatível com a postura esperada de seus alunos e comunidade como um todo.

De acordo com o regimento de disciplina do corpo discente da UFMT, a prática de atos incompatíveis com a vida universitária e a condenação criminal definitiva por crime incompatível com a vida universitária são hipóteses passíveis de exclusão da Instituição.

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