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Governador fará parcerias com prefeitos para aumentar rede de atendimento na Saúde

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O governador Mauro Mendes afirmou aos 141 prefeitos de Mato Grosso que fará parcerias com eles para ampliar a rede de atendimento de Saúde em todo o estado, como forma de prevenção ao coronavírus.

O recado foi enviado na tarde de segunda-feira (23.03), por áudio, uma vez que estão proibidas as reuniões presenciais para que o vírus não se alastre.

Na mensagem aos chefes dos executivos municipais, Mendes alertou que todo o Poder Público terá que adotar medidas rigorosas “para conter a propagação do vírus e dar o tratamento adequado para aqueles que tenham complicações mais graves”.

“Está sendo amplamente noticiado que em torno de 80% dos infectados terão sintomas leves, enquanto 20% terão sintomas mais severos e graves. São estes 20% que precisam receber atendimento nas unidades de saúde”.

O governador detalhou aos prefeitos quais foram as principais medidas tomadas até o momento pelo Governo do Estado em relação à pandemia, a exemplo da suspensão das cirurgias eletivas nos hospitais regionais; contratação emergencial de mais profissionais na área da Saúde; compra emergencial de equipamentos, medicamentos e EPI, embora esteja em falta no mercado; e a construção de um hospital de 200 leitos, que se somarão aos outros 60 no Hospital Metropolitano de Várzea Grande, para ser a referência estadual para tratar o coronavirus

“Vamos ampliar também as referências regionais em parceria com vários municípios. Falaremos com os municípios para aumentarmos a rede de atendimento em todo o Mato Grosso”, garantiu.

As medidas restritivas de contato social também foram elencadas pelo governador. Ele alertou que a Polícia Militar está pronto para fazer cumprir os decretos estaduais em todos os municípios, de forma a proteger a população.

“Entre estas restrições estão o fechamento de bares, lanchonetes e conveniências; fechamento de restaurante, exceto nas rodovias ou aqueles que fizerem entrega ou retirada rápida no local; suspensão de parques, clubes, cinemas, jogos de futebol, reuniões em igrejas e transporte intermunicipal”.

Mendes explicou que o Estado não proibiu o comércio e a indústria de funcionar, mas exige que adotem o distanciamento de 1,5 m e as medidas e higiene.

“Temos que preservar as atividades na área da Segurança, Saúde Pública e privada, alimentos, medicamentos e outras imprescindíveis ao consumo do mato-grossense”.

O chefe do Executivo Estadual também pediu união entre as prefeituras e o Governo do Estado para fortalecer o combate ao Covid-19.

“Precisamos salvar vidas e vencer este momento difícil e diferente. Com fé em Deus e acreditando na força do povo de Mato Grosso, seremos capazes de vencer, também, as dificuldades econômicas geradas por este momento. Estamos trabalhando muito e tenho fé que Mato Grosso vai sair fortalecido dessa batalha”, concluiu.

Fonte: GOV MT

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POLÍTICA MT

Botelho defende decreto de Mendes e diz que MT não pode parar

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O presidente da Assembleia, Eduardo Botelho, que defendeu novo decreto de Mendes

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), saiu em defesa do decreto em que Governo do Estado libera diversas atividades econômicas no período de pandemia do novo coronavírus, a Covid-19.

 

O decreto autoriza a abertura de shopping centers, lojas de departamento e galerias. No entanto, mantém restrições a respeito de atividades que geram aglomerações, como museus; casas de shows; festas; feiras; academias; ginásios de futebol, missas, cultos entre outros.

 

Para Botelho, a medida de Mendes atende a uma recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de manter o isolamento social, mas evita que haja um “colapso” na economia mato-grossense.

 

“É preciso agir nas duas pontas. Com isolamento social, mas também cuidar das pessoas. A convulsão social disso [do isolamento econômico] pode ser grave e muito pior do que a própria doença. Então, temos que agir nas duas pontas. Vamos fazer isolamento e evitar as aglomerações, isolar os idosos”, afirmou.

“Parar tudo? Se isso acontecer daqui a pouco vão haver saques, haverá uma convulsão social. Porque quando se começar a passar fome dentro de casa, esquece. Não adianta pedir para quem passa fome ficar dentro de casa”, acrescentou.

 

A declaração foi feita pelo presidente durante entrevista à Rádio Vila Real, na manhã desta sexta-feira (27).

 

Botelho contou que em uma reunião entre os chefes dos Poderes e o Executivo, questionou ao secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, sobre qual o tempo necessário de isolamento social para evitar a propagação do novo vírus.

 

“Ele disse: Talvez 30 dias, talvez 60, talvez 90. Ora, como é que vamos ficar fechados? Tem milhares de pessoas que comem com o recurso que ganham no dia. É um cabeleireiro, um ambulante, vendedor. E você pensa que essas empresas pequenas terão o dinheiro para pagar o salário do mês? Não terá”, disse.

 

“Inimigo em comum”

 

Para o presidente do Legislativo, ainda não há um consenso sobre quais as medidas ideais a serem tomadas diante da crise que pode haver com a epidemia do vírus. Por isso, defende a união entre os Poderes.

 

“Nós precisamos ter, neste momento, união. Entendermos que existe um inimigo comum, tanto para o presidente quanto para o governador, prefeito e presidente. Fazer junto e não ficar um querendo ser mais protagonista que o outro e não ter uma liderança para chamar para tomar essa decisão conjunta”.

 

“A verdade é que o mundo inteiro está cada um fazendo de um jeito. Os Estados Unidos, a Itália, a França cada um reage de uma forma, porque é novo e ninguém sabe. E quando ninguém sabe é técnico de futebol para todo lado. Todo mundo tem a solução”, criticou.

 

Medida de Mendes

 

O governador publicou decreto número 425/2020 no Diário Oficial do Estado na última quinta-feira (26). Nele, liberou algumas atividades econômicas, desde que sejam executadas com controle de acesso de pessoas para evitar aglomerações de pessoas.

 

No caso de restaurantes ficando expressamente vedado o consumo de produtos no local do estabelecimento.

 

Em reação imediata ao decreto, os Ministérios Públicos do Estado, Federal e do Trabalho requereram ao governador a suspensão dos efeitos da publicação.

FONTE: MIDIANEWS 

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