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Grupo da oposição estabelece coronel da PM como vice de Vargas em VG

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Em Várzea Grande, grupo de oposição da prefeita Lucimar Campos (DEM), fechou a chapa que irá disputar as eleições municipais este ano. Ela será formada pelo empresário Flávio Vargas (PSB) como candidato a prefeito e o coronel Zilmar Dias (PSL) como vice

Vargas e Zilmar enfrentarão o candidato a ser escolhido pelo senador Jaime Campos (DEM), na briga pela sucessão de Lucimar Campos (DEM). A atual prefeita não pode se candidatar, pois está em seu segundo mandato.

“Estamos conversando desde junho do ano passado e todos desse grupo têm um ponto em comum, que se trata do não à velha política. Entro nesse projeto com o espírito de dizer sim à nova política, a partir da eleição do nosso presidente da República, Jair Bolsonaro”, declarou o coronel Zilmar, que é morador do bairro Cristo Rei.

 Hoje o grupo que defende o projeto oposicionista é formado pelas siglas do PSB, PSL, PSC, Solidariedade, Pros e PRB. Existe, segundo o coronel Zilmar, a expectativa de outras duas legendas integrarem o projeto.
“Todos nós tínhamos pré-candidato à Prefeitura, cada partido com seu nome. Dá mesma forma que todos abriram mão para optarmos pelo nome do Flávio Vargas, conversamos a respeito do vice e, da mesma forma, os nomes a vice abriram mão para escolher o meu”, disse o coronel.

Pelo apurado, outros nomes tinham a pretensão de disputarem como vice-prefeito do grupo, como seria o caso do vereador Miguel Baracat (PSC) e do ex-vereador Nicodemus Cruz, o Nicão das Panelas (Pros).

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“Cidade Industrial”

Flávio Vargas defendeu a formação desse novo grupo para chegar à Prefeitura, apostando em uma gestão moderna de atração de empresas e geração de empregos, para retomar o título perdido pelo Município de “Cidade Industrial”.

“Se você analisar Várzea Grande, comparando com outros municípios, estamos muito aquém dos outros municípios do Estado. Isso em vários quesitos. É preciso trazer para Várzea Grande mais empresas e gerar emprego, o maior problema nosso hoje. Aqui só se vê empresa fechando. Não vejo esse governo procurando trazer empresas, igual ao exemplo de Rondonópolis, que várias empresas foram para lá, e Várzea Grande com várias empresas saindo”, pontuou Flávio Vargas.

Ele acredita que o esvaziamento de empresas de Várzea Grande não se trata de um problema somente municipal, mas também de uma questão estadual. Flávio Vargas defende políticas de incentivo, tanto municipal como estadual, para atrair empresas para o município. “Sem incentivos as empresas não vem. Ou fazemos uma política para resgatar essas empresa ou Várzea Grande continuará sendo essa cidade dormitório que vemos hoje”, disse.

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Com informações do Midia News

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