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Grupo de mulheres traz importantes assuntos, da política à saúde

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Você já ouviu falar em fisioterapia pélvica, e que ela pode ser realizada em mulheres, homens e crianças, em qualquer faixa etária? O termo “bexiga caída”, por exemplo, ou a incontinência urinária, pode ser um caso para ser tratado com um profissional especialista no assunto. A fisioterapeuta pélvica especialista em uroginecologia, coloproctologia, sexualidade e uropediatria, Fernanda Massaro, uma das colaboradoras do projeto “Mulheres da Grande Família” relata a importância de conhecer, avaliar, prevenir e tratar os distúrbios funcionais da pelve humana.

A pelve humana nada mais é do que os ossos, articulações, músculos, fáscias e órgãos pélvicos, que são responsáveis pelas funções urinárias, fecal e sexual. E a fisioterapia pélvica proporciona o bem estar físico, higiênico e social do indivíduo.

Existe um certo desconhecimento sobre o assunto, que acaba sendo visto apenas para a sexualidade, por se tratar da pelve. No entanto, a fisioterapia pélvica ajuda no tratamento da área da obstetrícia, por exemplo, no acompanhamento em todo período gestacional, durante e pós parto, para evitar, como popularmente é falado, a bexiga caída, com a incontinência urinária.

Segundo Fernanda, a Fisioterapia promove uma conscientização da musculatura, deixando o assoalho pélvico, que tem a função de manter os órgãos no lugar certo, fortalecido para a hora do parto e após ele.

Atende também a área da uroginecologia, no tratamento das disfunções miccionais e do assoalho pélvico. Outro campo é o da coloproctologia, onde atua nos distúrbios de incontinência fecal e constipação, basicamente.

E claro, trata da sexualidade, onde a fisioterapia é indicada a pacientes com disfunção sexual, que é a incapacidade de participar da relação sexual com satisfação, ocasionada por falta, excesso, desconforto ou dor na expressão e no desenvolvimento da resposta sexual normal, por fatores psicossociais, físicos e familiares. A fisioterapia pélvica vai trazer um aumento da força muscular, coordenação, melhora do tônus local e da sensibilidade.

“Nosso trabalho vem trazendo grandes resultados na vida de pouco mais de 140 mulheres, que hoje já participam do grupo. Toda quarta-feira trazemos um assunto importante que ajuda a todas na troca de conhecimento, experiências e na elevação da alto-estima”, destaca Leonora Sodré, idealizadora do projeto Mulheres da Grande Família e esposa do vereador Luis Claudio.

A história da mulher na política

Dentre várias temáticas abordadas pelo grupo “Mulheres da Grande Família”, a colaboradora Emanuelle Menezes, que é historiadora, formada pela Universidade Federal de Mato Grosso, e especialista em ensino de História, trouxe como tema a “Política – Empatia, Tolerância e Empoderamento Feminino”.

Emanuelle fez uma viagem no tempo, apresentando mulheres como a princesa Diana, plebeia, casada com um príncipe, reconhecida pelo mundo por suas grandes obras sociais. Cristina Junqueira, co-fundadora da Nubank, que recentemente estampou a capa da Vogue grávida, para demonstrar o poder feminino.

Também falou de Oprah Winfrey, que criou um império midiático, com a representatividade da cor negra, reinando por décadas em um programa de TV norte americano, reconhecida também por grandes atos de caridade.

“E uma das minhas preferidas e que mais me inspira, Michelle Obama. Mulher preta, primeira dama norte americana no governo Obama, primeira preta a ser primeira dama, fez uma política humanitária, empoderada. Ensinou aos seus funcionários dentro da Casa Branca a igualdade e o respeito. Deu exemplo ao povo que política é a ciência da organização, direção e administração”, destaca a historiadora.

Ela explica que dentro da sociedade a exigência para com a mulher é imensa, em que dentro de uma comunidade deve desempenhar diversos papéis, como: filha, mulher, mãe, profissional, líder, dentre tantos outros. Também que a sociedade exige que o desempenho das mulheres seja impecável, sem falhas.

A historiadora define que a mulher empoderada é aquela que possui a capacidade de gerar mudanças no meio que vive e, por meio disso, evoluir e se desenvolver.

Nesta quarta-feira (09.09), o tema que será discutido no grupo Mulheres da Grande Família será “Vulnerabilidade também é um valor psicológico”.

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