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Líder do Governo pede que Mauro mantenha PP, PSD e PSB em palanque

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O deputado estadual e líder do Governo na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Dilmar Dal Bosco, é mais um dos nomes do União Brasil a defender a manutenção de um palanque aberto para o Senado na chapa que será liderada pelo governador Mauro Mendes (UB). O parlamentar relembrou que o PP, do deputado federal e pré-candidato ao Senado, Neri Geller, assim como o PSB, que fala em lançar Natasha Slhessarenko ao cargo, são apoiadores fiéis do Governo do Estado na Casa de Leis.

Dal Bosco também citou que assim como tem facilidade com PP e PSB nas pautas do Governo, enfrenta dificuldades justamente com o PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, que terá o apoio de Mauro Mendes nas eleições presidenciais, e sigla que também tem o senador Wellington Fagundes, que disputará a reeleição contra Neri e Natasha. O deputado estadual deixou claro que o palanque aberto seria a melhor opção para o governador.

“Lá atrás já tinha esta questão de deixar o palanque para o Senado aberto, para os partidos que tivessem candidatura. O PSB, por exemplo, também apoia o Governo, com o Max Russi e o Dr. Eugênio. Já dentro do PL, temos deputados que criticam o governador, de forma pessoal. O Delegado Claudinei sempre vota contra o Mauro Mendes, por ser contra, e é do PL, partido do Bolsonaro”, afirmou.

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De acordo com Dilmar Dal Bosco, é importante para Mauro Mendes manter partidos como PP, PSD e PSB na base de apoio. Ele destacou que as siglas estão junto com o grupo político desde a eleição de 2018, ao contrário do PL, que se aproximou do governador recentemente. No entanto, o parlamentar deixou claro que o que vale mesmo é a aliança para as candidaturas majoritárias, e pediu que o gestor estadual tenha sabedoria e calma para decidir o caminho que irá seguir.

“Tenho falado pro Mauro Mendes que, aqui na ALMT, o PP e o PSD são partidos que sempre tem ajudado o governador, nas votações. O PL é que tenho um pouco de dificuldade. Mas é a majoritária é que define. Defendo que os mesmos partidos que apoiam o Governo do Estado nas votações, teriam que estar juntos na eleição. O governador tem que ter sabedoria e calma para fechar estas coligações e definir o Senado”, completou.

Fonte: Folha Max

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