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Mauro defende Dilmar e lembra injustiça

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O governador Mauro Mendes (DEM) saiu em defesa do deputado estadual Dilmar Dal Bosco (DEM), líder do Governo na Assembleia Legislativa. Mendes comenta que se o parlamentar fez parte de algo ilíciTo, isso ocorreu no passado e que ele não irá condená-lo antes da hora.

 As declarações foram dadas na manhã desta segunda-feira (26), durante a apresentação das medidas adotadas pelo Governo do Estado para garantir o retorno seguro às aulas na rede pública estadual de forma híbrida. Na última semana, o Ministério Público Estadual (MPE) ajuizou ação penal contra Dilmar e outras 18 pessoas acusadas de envolvimento numa organização criminosa desmantelada na Operação Rota Final, acusada pela prática de uma série de crimes, como corrupção ativa e passiva.

 “Por enquanto o Governo está analisando esses aspectos. Eu tenho dito e repito, ele como parlamentar no nosso mandato tem agido de forma íntegra e correta. Nunca pediu nada de errado, nós nunca oferecemos nada de errado. A nossa relação é muito correta. Se houve algo no passado que está sendo objeto em tempos remotos, não na nossa administração, que está sendo objeto de investigação pelo Ministério Público, em análise pelo Judiciário, ele tem que responder por isso, assim como qualquer um. Nós não podemos condená-lo antes da hora. Quem poderá condená-lo é a análise do Judiciário”, disse Mendes.

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O governador ainda lembrou que também já teve o nome inserido em uma investigação lançada Ministério Público durante a “Operação Ararath”. Mas conseguiu provar que não fazia parte da suspeita. “Eu já tive o meu nome lançado pelo Ministério Público em dúvidas e depois de algum tempo, o próprio Ministério Público Federal, a Polícia Federal e o juiz reconheceram que a dúvida estava equivocada. Então senhores, eu não vou condenar ninguém antes que essa condenação ocorra. Isso vale para qualquer um”, argumentou.

Por fim, Mauro descartou a saída de Dilmar base do governo nesse momento. “Ele não pediu para sair, eu não estou sabendo disso. Ele vai ter o direito de se defender. Agora, se algo tivesse acontecido durante o nosso relacionamento, aí teria sim um comportamento diferente, mas isso não ocorreu”, finalizou Mendes.

 

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