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Mendes rebate fake news sobre o BRT: “Só faltam dizer que é movido a lenha”

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O governador Mauro Mendes (DEM) rebateu as fake news que têm sido compartilhadas nas redes sociais e grupos de WhatsApp em relação ao Ônibus de Trânsito Rápido (BRT), modal de transporte que o Estado pretende implantar em Cuiabá e Várzea Grande em substituição ao Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT). Durante entrevista ao Programa da Gente (TV Brasil Oeste), o chefe do Executivo disse que alguns “imbecis” têm propagado mentiras “absurdas” sobre a implantação do BRT.

“Tem alguns imbecis que ficam dizendo que o BRT é a diesel e só faltou falar que é a lenha de tão absurdo que eles tentam contar. O BRT é elétrico, muito mais moderno e vai ser uma inovação para Cuiabá e Várzea Grande. Isso é muito ao contrário das mentiras que tentam contar por ai”, disparou Mendes noite da última quinta-feira (14).

Ele crescentou ainda que o modal que pretendiam implantar nas duas maiores cidades do Estado seria um modelo ultrapassado.  “Você lembra daqueles bondinhos de trem lá do Rio de Janeiro, de 100 anos atrás e que andava na rua com aquelas catenárias de cabos? É a mesma tecnologia que estão querendo colocar em Cuiabá. Eles pegaram um trem meio sucateado da Europa que eu acho que nem conseguiam vender”, complementou.

Às vésperas do Natal de 2020 o governador anunciou que substituiria o VLT para o BRT, pelo valor de R$ 430 milhões. A decisão, segundo o democrata, levou em conta estudos técnicos elaborados pelo Governo de Mato Grosso e pelo Grupo Técnico criado na Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana.

Os levantamentos, segundo o governo, concluíram que a continuidade das obras do VLT era “insustentável”, demoraria até seis anos para conclusão, custosa aos cofres públicos, com pouca vantagem à população e ainda contaria com uma tarifa muito alta.

Paralelo a isso, o Govenro do Estado também ajuizou uma ação na Justiça pedindo ressarcimento e indenização de R$ 830 milhões ao Consórcio VLT e as cinco empresas que o compõem: CR Almeida, CAF Brasil, Santa Bárbara Construções, Magna Engenharia e Astep Engenharia.

No dia 25 de dezembro, em pleno Natal, o juiz plantonista Bruno D’Oliveira Marques concedeu liminar ao Estado que o Consórcio VLT Cuiabá pague, a título de caução, R$ 683,282 milhões e que num prazo de 15 dias, depois de ser notificado, faça a remoção dos vagões, trilhos e sistemas do modal que já estavam em Cuiabá e Várzea Grande. Ele determinou que estes materiais sejam vendidos num prazo de até 180 dias.

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