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Ministério Público investiga contrato entre Cuiabá e TV de ex-prefeito

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O Ministério Público Estadual abriu inquérito civil para investigar supostas irregularidades administrativas durante a contratação da Fundação Altamiro Galindo – TV Mais Cuiabá – pela Prefeitura de Cuiabá por R$ 539 mil, com dispensa de licitação. A portaria foi expedida no dia 23 de junho, pelo do Núcleo de Defesa do Patrimônio Público.

Para a promotoria de justiça de Improbidade Administrativa, denúncias apontaram indícios de que o irmão do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) e empresário Marco Polo “Popó” de Freitas Pinheiro e a ex-secretária Municipal de Comunicação, Karol Garcia, estariam envolvidos nos supostos atos de improbidade, pois teriam trabalhado na direção da emissora.

O contrato previa a transmissão de aulas para estudantes matriculados na rede municipal de Educação Básica por um período de 30 dias, devido à suspensão das aulas presenciais estarem suspensas por força da pandemia de Covid-19 e disseminação de seu vetor, o novo coronavírus.

Foram listados como alvos do inquérito instaurado pelo promotor Célio Fúrio, o ex-secretário municipal de Educação Alex Vieira Passos, que foi exonerado a pedido semana passada, depois que sofreu busca e apreensão em uma operação da Polícia Civil, e o ex-prefeito Chico Galindo (PTB), diretor-presidente da TV Mais.

Fúrio citou encaminhamentos feitos pela Sétima Promotoria de Justiça Cível da Comarca de Cuiabá onde são detectadas a probabilidade de um favorecimento à emissora em detrimento de outras para a contratação porque a fundação fora administrada recentemente pelos dois ex-secretários citados. Ele ainda apontou a suspeita de preço incompatível acatado pela Prefeitura na contratação, conforme foi denunciado formalmente pela bancada de oposição a Emanuel Pinheiro, que contestavam a má qualidade de sinal oferecido pela TV Mais, além da baixa audiência observada em pesquisas.

OUTRO LADO 

A prefeitura de Cuiabá informou que está realizando licitação para prestação do serviço ao município. Até a conclusão do processo, as aulas seguem suspensas.

Com FolhaMax

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