MANCHETE

MPE pede cassação de presidente de Câmara de VG por usar servidores na campanha

Publicados

em

O Ministério Público Eleitoral (MPE) ingressou com três ações de investigação eleitoral contra o presidente da Câmara de Várzea Grande e candidato à reeleição, Fábio José Tardin (DEM). As ações, se acatadas pela Justiça, podem gerar a cassação do registro de candidatura do parlamentar e, em caso de vitória, na cassação do mandato.

O vereador é suspeito de se beneficiar do uso de um prédio público, que pertence à Câmara Municipal de Várzea Grande. Um servidor do órgão teria utilizado os recursos do espaço (internet, energia elétrica etc) para realizar atos de campanha do vereador.

A outra ação aponta que pelo menos cinco servidores comissionados da Câmara estariam colaborando com a campanha à reeleição de Tardin durante o horário de expediente no órgão.E a última revela que Tardin também estaria se beneficiando de ação de outros dois servidores comissionados que estariam praticando atos de campanha durante o expediente na Câmara de Vereadores de Várzea Grande.

Todas as ações pedem que a Justiça Eleitoral proíba a utilização de servidores comissionados ou efetivos para atos de campanha sob pena de multa de R$ 50 mil. O MPE também pede que o registro de candidatura de Fábio Tardin seja cassado, e que ele fique inelegível por 8 anos.

Leia Também:  CNJ aponta Judiciário de MT entre os mais eficientes do Brasil

Outro lado

Por meio de nota, Fábio Tardin falou que desconhece os fatos relativos à denúncia, negou que tenha cometido qualquer ilícito na campanha e afirmou que se trata apenas de um pedido de apuração. (Leia a nota na íntegra)

“Desconhece os fatos veiculados relativo à denúncia de uso de prédio público e de servidor para trabalhar para a sua campanha eleitoral, usando a internet e a energia da Casa de Leis. Nega veementemente a ocorrência de fatos desta natureza. A Mesa Diretora apresentou e foi aprovado em Plenário a Resolução regulamentando as condutas vedadas aos agentes públicos e políticos dentro da Câmara Municipal durante o período eleitoral, cujo conteúdo da mesma foi levado a ciência de todos os servidores e vereadores a fim de coibir práticas contrárias à legislação eleitoral. Pelo que se veiculou, trata-se apenas de um pedido de apuração e que ainda depende de provas e no presente momento em nada interfere no registro de candidatura ou elegibilidade.”

POLICIA

POLÍTICA MT

PICANTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA