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Nova gestão admite que não há prazo para resolver falta de água em VG

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O presidente do Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE), Carlos Alberto, afirmou que a cidade industrial enfrenta “intermitência infernal” com a crise de desabastecimento que afeta mais de 10 bairros do município. Durante entrevista à Rádio Capital (101.9 FM), Alberto pontuou que a autarquia tenta solucionar a questão, que segundo ele, deve se arrastar por mais alguns meses.

“Para equilibrar esse sistema, não é fácil e vai demorar um pouquinho mais. Estamos com uma construção da ETA do Cristo Rei, que vai inserir nesse contexto mais 300 litros por segundo. A obra só deve ser entregue em julho. A gente tentou ver se antecipava, mas o prazo é muito apertado”, disparou.

As declarações ocorrem meio a grave crise de abastecimento que afeta vários bairros da cidade industrial. O problema não é novidade no município.

No entanto, a situação se agravou nos últimos dias após problemas eletromecânicos na Estação de Tratamento de Água da Avenida Ulysses Pompeo, a primeira ETA da cidade. A falta de água, inclusive, chegou a atingir o próprio prédio da Prefeitura de Várzea Grande e a casa do presidente do DAE. “Com essa parada eu também fiquei oito dias sem água. Eu tive que ficar sem porque se eu comprasse todo mundo ia fazer crítica que eu estaria levando água exclusivamente para minha casa”, pontuou.

Oo prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat autorizou a compra de um conjunto de motobomba no valor de R$ 700 mil, que deve solucionar o problema com o abastecimento, em parte. No entanto, desde que assumiu o comando do município, a falta de água tem sido o principal contraponto do jovem gestor que, durante campanha recebeu vários apontamentos sobre a dura realidade vivenciada pela população várzea-grandense.

Nesse processo, os candidatos chegaram a sugerir a privatização do DAE, que atualmente acumula dívidas em mais de R$ 9 milhões deixadas pela gestão passada. Apesar da situação caótica, o Alberto acredita que o Executivo ainda pode dar ponto final na celeuma. “Eu sou contrário a privatização e o prefeito também. Pode ser que a gente chegue em um determinado ponto que falaremos: não damos conta disso infelizmente. Mas, não é isso que a gente quer e estamos fazendo um esforço para resolver o problema. Quando a CAB entrou o rendimento era de R$ 8 milhões, hoje é de R$ 28 milhões. Com isso dá para fazer muitos investimentos, dá qualidade na água e parar com essa intermitência infernal que existe em Várzea Grande”, finalizou.  Com informações Folha Max.

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