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O setor de seminovos e a alta do ICMS em São Paulo

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Setor de seminovos mudou na comparação com os últimos anos, passando a ficar com mercado bem mais aquecido
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Setor de seminovos mudou na comparação com os últimos anos, passando a ficar com mercado bem mais aquecido

Em janeiro de 2021, o Governo de São Paulo elevou o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias) de 1,8% para 5,33%, representando um reajuste de 207%. Um dos setores mais afetados é o da revenda de automóveis.

Ao emitir a nota fiscal na venda de um veículo seminovo , o lojista se compromete a pagar 5,33% de ICMS. Para um veículo de R$ 100 mil, isso reflete no recolhimento de R$ 5.330 por parte do Governo do Estado de São Paulo. Antes, com alíquota de 1,8%, este valor ficaria na faixa de R$ 1.800.

Como está este mercado? Esse é o assunto do iG Carros Podcast desta semana:

Em regiões da cidade de São Paulo, alguns lojistas repercutem a queda de 30% no faturamento. Quem oferece um veículo, seja concessionária ou particular, tem um valor fixo na cabeça. Ao comprar este modelo por valores mais elevados, os lojistas precisam repassar a alta para o cliente final .

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Segundo pessoas do ramo entrevistadas por nossa reportagem, o aumento do imposto do ICMS teve mais impacto no faturamento do que a pandemia. Com o avanço da crise econômica , os lojistas estão negociando modelos mais baratos. Dessa forma, a margem para lucro também é menor.

Os lojistas buscam alternativas para sobreviver no setor que está focado em modelos entre R$ 30 e R$ 45 mil. Um recurso, segundo apurado por nossa reportagem, é negociar modelos mais novos, deixando carros de alta quilometragem de lado. Ouça o podcast completo acima.

 

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