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Patrícia Lages alerta sobre gastos por compensação emocional com a redução do isolamento social

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Para quem passou os últimos meses em quarentena ou isolamento social, por causa da pandemia de Covid-19, sair de casa agora, mesmo que com restrições e orientações sobre a importância do distanciamento, é uma verdadeira tentação quando o assunto é compra. O comportamento é esperado, mas é importante prestar atenção para não gastar mais do que o necessário e investir antes de comprar coisas desnecessárias.

Patrícia Lages, especialista em finanças, acredita que essa compensação emocional, que provoca a vontade de comprar sem necessidade, prejudica o orçamento. “O que precisamos entender é que comprar é um simples ato de adquirir o que necessitamos e não uma válvula de escape para diminuir frustrações ou aliviar ansiedades”, diz. Ela também alerta que misturar emoção a gastos pode fazer com que o orçamento seja mal utilizado e a despesa pode se transformar em descontrole financeiro.

Na opinião da especialista, também é fundamental entender que o pós-isolamento pode ser temporário. Assim como já temos visto em países europeus, que estão em isolamento por uma segunda onda da pandemia, o Brasil pode passar por isso também. “É possível que as autoridades voltem a decretar o fechamento das atividades econômicas. É necessário ter cautela com os gastos que não sejam de primeira necessidade”, orienta Patrícia.

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O mesmo vale para datas comemorativas que se aproximam, como o Natal e seus descontos. Patrícia explica que o planejamento financeiro é necessário em todo tipo de compra, mesmo nas mais baratas. Segundo a especialista, são esses pequenos gastos arbitrários que acabam prejudicando o orçamento. “Antes de qualquer coisa, é necessário avaliar se e quanto pode ser gasto nessas compras para não entrar no ano novo com as finanças descontroladas ou com dívidas”, diz.

Para Patrícia, é fundamental entender quando é necessário poupar e gastar. “Não se deve gastar o salário todo, assim como não dá para poupar tudo o que se recebe”, diz ela, que ressalta a importância de dividir o orçamento e destacar uma parte para investir e outra para gastos que são, de fato, necessários.

Na CM Capital, por exemplo, que é uma das maiores corretoras do país, é possível investir a partir de R$ 30. Dessa forma, mesmo com um valor baixo inicial, dá para poupar e pensar no futuro com investimentos. A orientação de Patrícia é a de ter um fundo de reserva em renda fixa. Para isso, é importante contar com o acompanhamento de uma corretora e, na CM Capital, abrir conta é totalmente gratuito.

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Fonte: R7

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