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POLÍCIA

PM lamenta morte de soldado da Força Tática que lutava contra câncer

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O Comando Geral da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso lamenta a morte do soldado Dirceu Batista Gomes Filho, de 26 anos, ocorrido na madrugada deste sábado (04.04), em Cuiabá.  

Em dezembro de 2019, Batista foi diagnosticado com leucemia. No último dia 25 de março, o policial foi internado em um hospital particular com insuficiência respiratória, chegou a ser entubado e estava na UTI. Neste sábado, por volta das 3h da manhã, Batista sofreu uma parada cardíaca vindo a falecer. O policial recebia doação de plaquetas e necessitava de um transplante de medula óssea.

O corpo do policial será encaminhado para a cidade de Cáceres e será enterrado no Cemitério da Paz, não haverá velório e nem cerimônia militar atendendo as medidas emergenciais de saúde em decorrência da pandemia da Covid-19.

A luta do militar contra o câncer sensibilizou diversos colegas de farda de todo o Estado. Para dar força ao amigo, os policiais chegaram a raspar o cabelo para homenagear Batista que estava passando por sessões de quimioterapia e também chegaram a promover campanhas nas unidades para conseguir bolsas de sangue para o  tratamento do militar.

Nascido na cidade de Matupá, soldado Batista ingressou nas fileiras da PM em 2015. Serviu a sociedade por meio do ofício militar nas cidades de Juína e recentemente pertencia ao 7º Comando Regional de Tangará da Serra, unidade que lhe proporcionou realizar o seu sonho de pertencer ao pelotão de Força Tática da PM.   

Era casado com Rubia Moreira de Campos e não tinha filhos. A PM externa os pêsames aos familiares, amigos e seus colegas de farda pela irreparável perda.

Fonte: PM MT

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MANCHETE 2

Tribunal de Justiça tranca ação contra Arcanjo por falta de indícios de crime

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A Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) proveu habeas corpus em nome do ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro, determinando trancamento de ação penal proveniente da Operação Mantus, que investigou suposta nova participação em esquema do jogo do bicho.

A citada operação chegou a prender Arcanjo durante o ano de 2019. A decisão foi estabelecida por maioria. Votaram pelo trancamento da ação os desembargadores Rui Ramos Ribeiro e Pedro Sakamoto. Voto divergente partiu da juíza convocada Glenda Moreira Borges. Decisão foi publicada no Diário de Justiça desta segunda-feira (25).

A defesa argumentou que não existiam elementos nos autos que pudessem gerar ação penal. Conforme informados pelos advogados de Arcanjo, Fabio Lessa e João Victor de Siqueira, a decisão tranca ação apenas contra Arcanjo. Processo segue contra outros réus.

O Ministério Público de Mato Grosso (MPE), por meio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia relacionada à operação Mantus, contra integrantes da organização Colibri, por crimes relacionados ao Jogo do Bicho.

Foram alvos 14 pessoas, entre elas João Arcanjo Ribeiro e seu genro, Giovanni Zem Rodrigues. Eles respondem pelos crimes de organização criminosa, contravenção penal do jogo do bicho, extorsão, extorsão mediante sequestro e lavagem de dinheiro.

Além dos dois, apontados como líderes da organização Colibri, também foram denunciados Noroel Braz da Costa Filho, Mariano Oliveira da Silva, Adelmar Ferreira Lopes, Sebastião Francisco da Silva, Marcelo Gomes Honorato, Agnaldo Gomes de Azevedo, Paulo César Martins, Breno César Martins, Bruno César Aristides Martins, Augusto Matias Cruz, José Carlos de Freitas, vulgo “Freitas”, e Valcenir Nunes Inerio, vulgo “Bateco”.

Colaboração: Olhar Direto

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