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Posse de Fávaro como senador pode ser inviável para os cofres públicos

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, concedeu na última sexta-feira (31), a liminar para que o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD), terceiro colocado nas eleições para o Senado realizada em 2018, assuma a cadeira da senadora cassada Selma Arruda (Podemos).

A liminar foi concedida em ação interposta pelo Diretório Nacional do PSD, que estava sob relatoria da ministra do STF Rosa Webber.

 A Procuradoria Geral do Estado (PGE), também ingressou com ação no Supremo requerendo a posse de Fávaro até a realização da eleição suplementar ao Senado. O Governo alega que Mato Grosso seria prejudicado em votações importantes, com a vacância.

Mas, o que se vem discutindo é que essa atribuição pode ser considerada inviável. Visto, que Fávaro ficaria apenas alguns meses no cargo, já que a eleição suplementar foi marcada para o dia 26 de abril e caso ele assuma a cadeira­, irá apenas gerar gastos ao Senado.

O Ranking Políticos mostra que gastos com um senador pode somar mais de R$ 500 mil por mês, aos cofres públicos. Esse montante corresponde a soma dos benefícios de assessores que ficam nos gabinetes dos congressistas em Brasília e nos escritórios de seus respectivos Estados. Os cargos variam entre chefes de gabinetes, assessores parlamentares e legislativos, assistentes técnicos, ajudantes parlamentares e motoristas.

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