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Presos por planejar assalto, PMs alegam que fariam segurança de candidato em Cuiabá

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Grupo preso por policiais da Ronda Ostensiva Tático Móvel (Rotam) no bairro Jardim Vitória, em Cuiabá, no dia 12 de novembro nega que estava preparando um assalto a casa de uma candidata a vereadora, conforme chegou a ser divulgado. Em depoimento, um dos integrantes do suposto bando disse que receberia R$ 500 para fazer segurança de um candidato no primeiro turno.

A informação consta em depoimento de Jackson de Almeida Pereira, segurança do Pronto-Socorro de Várzea Grande. Jackson é um dos presos na ação policial.

Entre os detidos, estão três policiais militares. Entre os policiais presos, estão Roney Peterson Silva Faria, Valdir Maria do Nascimento e João Batista Silveira dos Santos. O outro preso  é Samuel da Silva Pedroso.

Em seu depoimento, o policial Valdir narra que foi procurado por Jackson, no 4º Batalhão com objetivo de contratá-lo para um trabalho de assessoria de segurança e pediu apoio de mais militares. Ele teria indicado os outros militares para participar da “empreitada”, sem qualquer conhecimento de tentativa de assalto à candidata.

ENTENDA

Segundo as informações, a equipe da Rotam recebeu a denúncia de que poderia haver um assalto ao comitê de uma candidata a vereadora na manhã de 12 de novembro.

O comitê alvo seria da candidata Edleusa Mesquita (PSB), que é policial civil em Mato Grosso e presidente do Sindicato presidente do Sindicato dos Investigadores da Polícia Civil de Mato Grosso. Diante das informações, os policiais chegaram ao local onde o grupo estava reunido para preparar o crime.

Eles estariam de olho em pagamentos que ocorreriam na reta final da campanha. Os policiais se dirigiram ao local indicado e encontraram um homem em frente a residência.

Ele portava uma arma na cintura. Na sequência, a equipe percebeu que outros homens estavam tentando fugir da residência.

Eles foram abordados e portavam uma arma, cada um. Na casa, os policiais ainda encontraram uma algema, seis camisetas da Polícia Civil, três coldres de spark, um binóculo, um escudo de ferro artesanal, duas toucas balaclavas, seis pares de placas balísticas, quatro capas de coletes da Polícia Militar, dois bornais de perna, um coldre de revolver velado, cinco capas de coletes, três cintos de guarnição, um coldre maynards, duas mochilas de cor preta, além de uma espingarda de pressão.

Segundo as informações, o grupo estava preparado até para um confronto com policiais. Eles tinham informações de que hoje entraria um grande aporte de recursos no comitê do candidata para pagar cabos eleitorais na reta final de campanha. A Corregedoria da PM investiga a participação dos policiais militares no crime.

 

Fonte: Folha Max

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