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Recursos Humanos, pilar positivo em momentos de crise

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Por Leandro Santos

Dias difíceis, não obscuros, mas difíceis. Difícil como o próprio conceito relatado no dicionário. Difícil: que não é fácil; que exige esforço para ser feito; trabalhoso, laborioso, árduo. Estamos nestes últimos dias e para os próximos (talvez meses) vivenciando o mais e importante momento histórico desta geração. Indicar ao mundo que o SER HUMANO mais do que nunca deve ser: HUMANO. Buscar a proximidade, a colaboração e compaixão é base para revelar do que realmente somos feitos. Pensar no outro.

Recursos Humanos, duas palavras de força. Recursos – tenha em mente como ser produtivo em momentos de reclusão, seja em casa ou em sua atividade laboral. Fazer uma lista diária de tarefas e cumpri-las denota a sua capacidade em realizar. Humanos – uma grande forma de aproximar famílias, pais e filhos, marido e mulher… grande momento de o pai ser pai e conhecer seu filho (a), de a mãe ser mãe e conhecer seu filho (a). Um olha pra dentro.

Somos mais de dois bilhões de seres humanos convivendo no ambiente urbano, uma verdadeira massa de energia em prol do conviver. Recursos Humanos. Gestão de Pessoas. Talentos Humanos. Gestão de Gente. O nome NÃO importa, o que verdadeiramente importa é sua atitude frente ao momento delicado em que a humanidade precisa de pessoas. Simples… sim, muito simples: pessoas que precisam de pessoas. Você não precisa ser herói, médico, bombeiro… você precisa apenas ser uma pessoa. Da sua casa fazer uma ligação ou enviar uma mensagem do bem para um amigo, para uma colega, pode com um simples emoji tornar o momento do outro mais feliz, menos pesado. Cuidar do outro.

RH – Recursos Humanos. Grande momento de reflexão a você que se intitula desta nobre e lúcida classe de pessoas/ profissionais. Guerras, pandemias, catástrofes são aqueles momentos históricos em que o ser humano se revela. Se revela como covardes (que aumentam absurdamente em até 300% o valor do álcool em gel) e também os heróis (que continuam atendendo os enfermos, continuam em suas fábricas de comida e que as transportam). Finalizo aqui pedindo um olhar para dentro, uma reflexão sincera sobre em qual classe você se encontra: herói ou covarde. RH, qual o seu papel e como ajudar.

​​​​Leandro Santos é Psicológo e Gestor de Desenvolvimento Humano há mais de 17 anos. MBA em Gestão de Pessoas, Pós Graduado em Liderança e Coaching. Atuou em grandes empresas nacionais e multinacionais. Cursando MBA de Gestão do Agronegócio. É membro da diretoria da ABRH-MT.

 

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O agronegócio não pode parar

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A fome ainda é uma realidade no mundo todo, e apesar de sermos cerca de 7,3 bilhões de pessoas que habitam a Terra, segundo estudos da FAO – Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura morrem aproximadamente 21.000 pessoas diariamente por fome ou problemas derivados dela, e aproximadamente 01 em cada 09 pessoas vivem a realidade da fome, ou seja, cerca de 821 milhões de pessoas que passam fome no mundo todo.

E desde sempre, a fome atinge principalmente as populações mais pobres e carentes, já que está relacionada às desigualdades econômicas e sociais nas mais diferentes escalas, e deste grupo de pessoas as crianças, ainda são as mais vulneráveis e mais sujeitas a desnutrição, bem como ao óbito.

Segundo estudos da FAO – Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, um terço de toda a comida produzida anualmente (em torno de 1,3 bilhões de toneladas) não é consumida, e é jogada fora, contudo, apenas 25% desse alimento não consumido seria suficiente para alimentar a população que ainda passa fome.

Vale ressaltar, que a fome está presente em toda a história da humanidade, e ondas de mortes causadas pela falta de alimentos não eram algo incomum até pouco tempo atrás, mas, os dados atuais são bastantes assustadores, e certamente em 2020 poderá agravar muito mais a fome no mundo, em virtude da pandemia do coronavírus COVID/19, uma vez que a maioria dos países estão aderindo à paralisação geral, inclusive reduzindo as atividades na agricultura a fim de evitar proliferação maior do vírus.

No Brasil o agronegócio é protegido pela Constituição Federal, e assim, as atividades do agronegócio não podem e nem devem parar, haja vista que tratam de interesse de todos para que possamos nos alimentarmos.

Neste patamar, o governo Federal publicou em 07/02/2020 a Lei 13.979/2020 que apresentam medidas necessárias e pertinentes para o poder público dar enfrentamento do coronavírus COVID/19, a fim de evitar alastramento desta enfermidade, inclusive algumas atitudes bastantes extremas, ora o isolamento e paralisação de vários setores.

Contudo, o Governo Federal ratificou a constitucionalidade da proteção do agronegócio publicando o Decreto Federal sob n.º 10.282/2020 considerando essencial as atividades agropecuárias, e por consequência proibindo de serem paralisadas ou restritas as atividades, por serem consideradas essenciais à vida.

Desta forma, todas as atividades relacionadas ao agronegócio não podem ser paralisadas pelo poder público, tais como produção insumos, e sua respectiva venda e distribuição, e demais produtos agropecuários, bem como o fornecimento de todos os produtos utilizados na cadeia produtiva, por serem consideradas atividades essenciais.

Devemos assim, sensibilizar todos os entes públicos e privados sobre a importância e dever de proteção de todos assuntos interligados com a agropecuária para o Brasil e o mundo.

Pois, o agronegócio não pode e não deve parar, muito menos ser restringida de todas suas atividades interligadas na cadeia produtiva, para não agravar ainda mais o caos da fome no mundo.

Referência

Se estima que, en 2017, el número de personas subalimentadas ha alcanzado los 821 millones: alrededor de una persona de cada nueve en todo el mundo. La subalimentación y la inseguridad alimentaria grave parecen estar aumentando en casi todas las subregiones de África, así como en América del Sur, mientras que la situación de la subalimentación se mantiene estable en la mayoría de las regiones de Asia. http://www.fao.org/3/I9553ES/i9553es.pdf

FLAVIANE RAMALHO – advogada

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