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Redes sociais resistem à lei das fake news porque “vivem do radicalismo”, diz Maia

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Rodrigo Maia diz que é preciso definir um marco legal para punir as plataformas e financiadores de notícias falsas na internet.| Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu neste sábado (4) o projeto de lei das fake news recém-aprovado pelo Senado e que vai começar a ser debatido pelos deputados. Maia ressaltou que o Legislativo precisa aprovar um texto que permita identificar e punir os financiadores das estruturas de disseminação de notícias falsas, fenômeno que, segundo ele, é articulado no mundo todo com o objetivo de fragilizar a democracia por meio de ataques às instituições. “As plataformas digitais não querem esse debate, elas vivem exatamente desse radicalismo. Um telejornal bota a notícia que quiser e vai responder por ela, qualquer um de nós responde por nossos atos, e as plataformas por onde passam milhões de informações que viralizam ninguém quer ter ter responsabilidade”, disse. Maia falou em videoconferência organizada pelo grupo Prerrogativas, que reúne advogados.

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