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Renda de trabalhador em MT reduz 5,3%

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A renda média dos mato-grossenses teve redução de 5,3% nos primeiros três meses deste ano, em relação ao último trimestre do ano passado. Essa foi a maior redução de renda da região Centro-Oeste.

Apesar do Produto Interno Bruto (PIB) ter aumentado 1,2% no país, no último trimestre, o crescimento econômico não acompanhar o rendimento do trabalhador em Mato Grosso.

De acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), a renda o rendimento médio real das pessoas empregadas foi de R$ 2.426 no primeiro trimestre deste ano, enquanto 2020 fechou com R$ 2.562.

O valor também é menor que o rendimento do mesmo período no ano passado. Entre janeiro e março de 2020, o rendimento foi de R$ 2.468, um valor 1,7% maior.

No estado vizinho, Mato Grosso do Sul, houve aumento de 6,4% na renda do trabalhador, do início deste ano para o mesmo período do ano passado. O rendimento médio também ficou maior que de Mato Grosso: R$ 2.629.

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As outras duas unidades federativas da região Centro-Oeste também não registraram grandes quedas como Mato Grosso.

Goiás manteve o rendimento e o Distrito Federal fechou o trimestre com R$ 4.345, valor 2,3% menor que a renda do último trimestre do ano passado, mas 4,5% maior que o mesmo período de 2020.

Dessa forma, Mato Grosso também tem a segunda menor renda média por trabalhador da região Centro-Oeste.

Empregos

Mato Grosso gerou 31.263 novas oportunidades de trabalho com carteira assinada em abril, contra 29.362 desligamentos, apontam dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério da Economia. O saldo ficou positivo em 1.901 empregos gerados no mês.

De acordo com análise da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Cuiabá), esse foi o quarto mês consecutivo com saldo positivo, apesar de o resultado ter ficado abaixo quando comparado com os últimos meses do ano de 2021.

Os setores que mais fecharam com saldo positivo de vagas em Mato Grosso foram: construção (1.714), serviços (1.234), comércio (417) e indústria (196). O setor da agropecuária fechou negativo com (-1.660).

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fonte: Folha Max

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