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Risco-país do Brasil volta ao patamar do período do impeachment de Dilma

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O indicador de risco-país medido pelo CDS (credit default swap) de 5 anos do Brasil saltou 58% desde o final do dia de ontem, a 356 pontos, segundo dados compilados pela consultoria Markit. Esse é o maior patamar desde 14 de junho de 2016, quando o Conselho de Ética da Câmara aprovou a cassação do mandato do então Eduardo Cunha (MDB-RJ).

Naquele momento, a Câmara já havia dado autorização para o prosseguimento do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, processo que foi concluído em agosto.

Sinal de que o movimento tem a ver com fatores domésticos, o avanço de 58% do risco-país do Brasil é maior que o verificado por outros paises emergentes comparáveis no mesmo período. O spread dos contratos do México registra alta de 39,1% no período, enquanto o da Colômbia sobe 26,7%. Rússia (19,8%), África do Sul (12%) e Turquia (14,05%) também tiveram variações menores no período.

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