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Senadores de MT assinam favoráveis à CPI da Pandemia

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Os 3 senadores de Mato Grosso assinaram o pedido de abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que pretende investigar possíveis irregularidades cometidos pelo governo federal, governadores e prefeitos durante a pandemia da covid-19.

As manifestação favoráveis foram confirmadas ao  pelos senadores Carlos Fávaro (PSD), Wellington Fagundes (PL) e Jayme Campos (DEM). Na última quinta-feira (8), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, determinou em uma decisão liminar (provisória) a instalação da CPI.

Contudo, senadores governistas e o presidente, Jair Bolsonaro (Sem partido), defenderam que prefeitos e governadores também deveriam ser alvo da comissão. De acordo com a lista divulgada pelo portal G1, o requerimento já conta com a assinatura de 34 parlamentares, o que já é suficiente para que o documento seja protocolado.

Jayme Campos, que é presidente do Conselho de Ética do Senado, afirma que assinou o pedido de abertura na semana passada. No entanto, o nome do parlamentar ainda não consta na relação divulgada pela imprensa. “Já assinei na semana passada, tem que investigar mesmo. Acho que quem não deve, não teme, não é mesmo? Não dá para imaginar o que vai ser daqui para frente e o resultado que os trabalhos vão dar”, apontou.

O democrata ainda acrescentou que a comissão pode enfrentar dificuldades para realizar as oitivas. “Eu acredito que a comissão possa ter um pouco de dificuldade para fazer as oitivas. Ninguém vai querer ficar indo de forma presencial e de forma remota complica um pouco”, complementou.

Carlos Fávaro, que foi o primeiro a se posicionar favorável, disse que a investigação de forma ampliada evita que a CPI seja utilizada de forma “poliqueira”. “Havia um grande risco de que esta CPI se tornasse um palanque, visando às eleições de 2022. Com a ampliação do escopo da apuração, vamos ter a oportunidade de um trabalho sério, técnico, pautado apenas e tão somente na busca por informações destes casos suspeitos”, analisou.

Fagundes acompanhou os posicionamentos, no entanto, defendeu que os trabalhos deveriam acontecer em outro momento. “Continuo acreditando que este não é o melhor momento para uma CPI, pois precisamos nos dedicar neste momento a combater a pandemia de maneira unida, mas existe uma decisão judicial a ser cumprida para a criação da CPI da covid-19. Portanto, ao meu ver, tem que se apurar todas as suspeitas de improbidade no país, seja em âmbito federal, quanto estadual e municipal”, finalizou.

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