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‘Só senti o impacto’, diz mulher de policial atropelado

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A mulher do policial militar que foi atropelado por um carro desgovernado na Avenida Brasília, em Cuiabá, no domingo (10), disse, em entrevista à TV Centro América, que apenas sentiu o impacto da batida e se assustou ao ver o marido ferido.

O policial militar Claudecy Conceição da Costa, de 35 anos, passou por uma cirurgia na perna direita e continua internado em observação.

O motorista Pedro Henrique Maciel Campos, de 27 anos, preso em flagrante pelo atropelamento, foi solto depois de pagar fiança no valor de três salários-mínimos, divididos em três parcelas.

“Só senti o impacto [da batida] e me assustei. Quando olhei, o rapaz [suspeito] já estava em fuga. A sorte é que conseguiram detê-lo”, declarou Suely Costa, mulher de Claudecy.

Segundo a polícia, ele estava embriagado e tentou fugir, mas foi detido por testemunhas.

Claudecy foi transferido do primeiro hospital particular onde deu entrada logo após o acidente para o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde está sendo acompanhado por uma equipe médica.

Os médicos constaram que não havia fratura na perna, mas um corte grande e muito profundo que deixou o osso exposto.

“O estado dele ainda é estável, mas requer cuidados. Tem que ter cautela nessa recuperação. Ainda não dizem se ele pode ou não perder a perna”, comentou a mulher do policial.

O acidente

De acordo com informações da Polícia Militar, o soldado Claudecy colocava o filho, de 2 anos, na cadeirinha do carro dele momentos antes de ser atingido.

O carro do motorista suspeito do atropelamento parou no canteiro da avenida devido ao impacto da batida.

PM é atingido por veículo desgovernado momentos após colocar filho na cadeirinha do carro — Foto: Divulgação

O acidente ocorreu perto do shopping do Bairro Jardim das Américas. O PM estava acompanhado da mulher, que já tinha entrado no banco do passageiro na frente. O veículo da família estava estacionado na avenida.

O motorista passou por teste do bafômetro, que apontou a presença de 0,42 mg/L de álcool no sangue, que já é considerado crime de trânsito.

Fonte: Folha Max

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