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MATO GROSSO

STJ: Determinação de quebra de sigilo agrava situação dos conselheiros afastados e seus agregados

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Após denúncia realizada pelos jornalistas Laerte Lannes, Pedro Ribeiro e Claudio Natal, o Superior Tribunal de Justiça determinou o levantamento fiscal e a quebra do sigilo fiscal e bancário de 30 pessoas jurídicas e 33 empresas que teriam algum tipo de ligação com os cinco conselheiros afastados do Tribunal de Contas de Mato Grosso.

O ministro Raul Araújo, que determinou a quebra do sigilo telefônico, fiscal e bancário, dos cinco conselheiros afastados do TCE-MT, Antônio Joaquim, Sérgio Ricardo, José Carlos Novelli, Walter Albano e Waldir Teis.

Os jornalistas Laerte Lannes, Pedro Ribeiro e Claudio Natal entraram uma verdadeira “guerra de Davi contra o Golias”, quando fizeram as primeiras denúncias sobre os indícios de práticas ilícitas, que caracterizam corrupção, com os supostos desvios dos recursos públicos envolvendo os cinco conselheiros afastados.

“Licitação, corrupção, extorsão, cerca de um bilhão é o montante que os conselheiros afastados podem ter desviados dos cofres públicos”.

 

Fechando o cerco.

“Uma operação da Polícia Federal em propriedades ou supostas propriedades de três dos cinco conselheiros afastados, agravou ainda mais a cenário”.

A situação dos cinco conselheiros afastados se agrava a cada dia, após as denúncias dos jornalistas, o ex-governador Silval Barbosa fez uma delação premiada à Justiça, onde revelou a uma suposta prática de extorsão, por parte dos conselheiros afastado, que teria dado o prejuízo aos cofres públicos em torno dos R$ 53 milhões.

“Isso só do governo do estado, durante a gestão Silval, ainda estar por vir de outros governadores, prefeitos e presidente de Câmara, durante o período que os cinco conselheiros afastados, dominaram o TCE-MT”.

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