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Homem que matou esposa a facadas é preso em flagrante

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O rapaz de 27 anos que matou a companheira a facadas na noite desta quinta-feira (02.04, em Cuiabá, foi autuado em flagrante por homicídio qualificado – feminicídio e uso de meio cruel. Ele foi encaminhado para unidade prisional em Várzea Grande nesta sexta-feira.

O crime ocorreu nem um condomínio no bairro Chácara dos Pinheiros na região do Coxipó. A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá foi acionada sobre a ocorrência e equipes se dirigiram ao local, junto com a perícia e o Instituto Médico Legal. A vítima, Aline Gomes de Souza, 20 anos, foi encontrada morta próxima à guarita do condomínio.

De acordo com apuração, a vítima teve um desentendimento com o suspeito ainda dentro do apartamento, quando foi agredida. Ela conseguiu sair do local e correu em direção à guarita do condomínio, quando o suspeito a alcançou e desferiu golpes nas costas de Aline. Depois do crime, o rapaz fugiu em um carro branco.

Durante as diligências, com apoio da Polícia Militar, a DHPP foi informada de que o suspeito estava na região do bairro Osmar Cabral. Equipe da Delegacia de Delitos de Trânsito foi solicitada para apoiar as buscas e conseguiu localizá-lo próximo à unidade policial e prendê-lo.

Encaminhado à DHPP, o suspeito foi ouvido em interrogatório pelo delegado Marcel Gomes de Oliveira. Ele alegou que teve uma briga com a vítima, por ciúmes e que estaria arrependido.

A arma utilizada no crime foi localizada, posteriormente, pela equipe da Delegacia de Homicídios.

O rapaz foi autuado em flagrante de acordo com o artigo 121, do Código Penal, com qualificadoras conforme estabelece o parágrafo segundo, nos incisos 3º (meio cruel) e 6º (crime contra a mulher por razões da condição de sexo feminino). A lei prevê pena para homicídio qualificado com reclusão de 12 a 30 anos.

Fonte: PJC MT

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Tribunal de Justiça tranca ação contra Arcanjo por falta de indícios de crime

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A Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) proveu habeas corpus em nome do ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro, determinando trancamento de ação penal proveniente da Operação Mantus, que investigou suposta nova participação em esquema do jogo do bicho.

A citada operação chegou a prender Arcanjo durante o ano de 2019. A decisão foi estabelecida por maioria. Votaram pelo trancamento da ação os desembargadores Rui Ramos Ribeiro e Pedro Sakamoto. Voto divergente partiu da juíza convocada Glenda Moreira Borges. Decisão foi publicada no Diário de Justiça desta segunda-feira (25).

A defesa argumentou que não existiam elementos nos autos que pudessem gerar ação penal. Conforme informados pelos advogados de Arcanjo, Fabio Lessa e João Victor de Siqueira, a decisão tranca ação apenas contra Arcanjo. Processo segue contra outros réus.

O Ministério Público de Mato Grosso (MPE), por meio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia relacionada à operação Mantus, contra integrantes da organização Colibri, por crimes relacionados ao Jogo do Bicho.

Foram alvos 14 pessoas, entre elas João Arcanjo Ribeiro e seu genro, Giovanni Zem Rodrigues. Eles respondem pelos crimes de organização criminosa, contravenção penal do jogo do bicho, extorsão, extorsão mediante sequestro e lavagem de dinheiro.

Além dos dois, apontados como líderes da organização Colibri, também foram denunciados Noroel Braz da Costa Filho, Mariano Oliveira da Silva, Adelmar Ferreira Lopes, Sebastião Francisco da Silva, Marcelo Gomes Honorato, Agnaldo Gomes de Azevedo, Paulo César Martins, Breno César Martins, Bruno César Aristides Martins, Augusto Matias Cruz, José Carlos de Freitas, vulgo “Freitas”, e Valcenir Nunes Inerio, vulgo “Bateco”.

Colaboração: Olhar Direto

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